Helena despertou completamente ao reconhecer o portão e, por um instante, levou alguns segundos para se situar. O interior do carro estava silencioso, e a música baixa que tocava ao fundo deixava tudo ainda mais tranquilo.
— Desculpe. — murmurou, passando a mão pelos cabelos. — Acho que apaguei.
Bruno sorriu de leve, sem desviar os olhos dela.
— Acho que você precisava.
Helena sentiu um leve constrangimento por ter adormecido no carro dele.
— Obrigada por me trazer. E por… hoje. — disse, a voz