Helena ainda tentava recuperar o controle da respiração quando alguém bateu à porta.
Rapidamente, enxugou as lágrimas com as costas da mão e pousou o celular virado para baixo sobre a mesa, como se assim pudesse esconder não apenas a fotografia, mas a dor que ela havia deixado.
Era Ana, que ao ver Helena parou na porta, na dúvida se entrava ou não. Helena tentou disfarçar e não olhou diretamente para ela.
— O que foi Ana? — disse, forçando a voz a sair firme.
— O senhor Bruno Lima, ele deseja