Mundo de ficçãoIniciar sessãoAaron é filho do CEO de uma casa noturna de luxo, muito famosa no país, e sendo um cafajeste de primeira, ele curte as noites na boate sem se apegar a ninguém. Mas a chegada da nova garota da casa o deixará com os sentimentos confusos, pois além dela não ceder ao seu charme, ele descobre que Luna tem levado uma vida dupla, onde de dia ela é professora de seu irmão mais novo, Joseph e a noite uma dançarina na boate de seu pai. E ele vai fazer de tudo nesses dois mundos, para conseguir levá-la para sua cama.
Ler maisP.V. Layla Barrett
Olhei os meus pais indo de um lado para o outro em uma conversa entre si. Trabalho e mais trabalho, às vezes me pergunto se eles param alguma hora no dia para se abraçar ou se beijar. É nesses momentos que eu me sinto invisível perto deles. Quase sempre. É a hora do café da manhã e eles não se dão ao trabalho de sentar e comer.– Você ligou para aquele fornecedor que te pedi ontem?– Eu sou uma pessoa só, Cecília. – Meu pai esbraveja. – Tem uma reunião agora cedo. Passei a noite de ontem toda planejando cada detalhe.– Uma ligação, Fernando. – Cecília fala irritada e começa a digitar alguma coisa no seu celular. – Você só precisa fazer uma ligação.Meu pai diz alguma coisa que eu não consigo entender. Como mais um pedaço do meu pão olhando eles discutindo.– Uma ligação que você pode fazer facilmente, querida.Se um olhar pudesse matar, meu pai não teria chance de dizer as últimas palavras. Sorri. Infelizmente a minha ação acabou chamando a atenção deles.– Por que está sorrindo, mocinha? – Cecília coloca suas mãos na cintura e me olha. – Sabe que já deveria estar trabalhando conosco, não é?Como se eu já não tivesse me oferecido.– Eu estou pronta para ajudar…– Esquece, Cecília. – Fernando entra na conversa e me olha uma vez e outra ainda com seu celular em mãos. Será que eu posso jogar o celular desses dois longe e não serei punida como uma menininha de 10 anos? – Uma coisa que essa garota gosta é de perder o tempo dela.– Não é bem assim. – Me sinto ofendida.Bebi meu suco, sentindo a minha garganta seca de repente.– Tenho que concordar com seu pai, Layla. Tempo é dinheiro minha filha e eu só estou vendo você perder anos de sua vida. – Ela suspira fazendo uma leve massagem em sua testa. – Não vamos estar aqui para sempre Layla. Daqui a pouco o único jeito será casar você com um homem rico.Fernando me olha por cima dos seus óculos de leitura e nega com a cabeça.– Com essas roupas? Temos outro problema aí.Minha mãe me olha e seu olhar me magoa. Evito olhar para eles deixando o meu copo de lado. – Sinceramente, onde erramos com você?Eu ri. Sério! Eu ri como se eles tivesse contado a melhor piada do mundo, ambos me olharam sem entender.– Quer saber mesmo onde vocês erraram? – bato com o dedo indicador algumas vezes em meu queixo e finjo pensar. – Porque sinceramente eu tenho uma lista do que seria pais perfeitos e vocês não estão nela.– Layla Barrett! – Cecília me olhou indignada.– Te demos tudo, garota! Tenha respeito. – Fernando agora deixa o celular dele de vez. – A comida que você come, as roupas que você veste, aquela faculdade…– Isso! – Apontei o dedo na direção dele e sorrir. – Chegamos no ponto principal. Aquela faculdade do qual eu entrei e conquistei o meu espaço sozinha. O dinheiro de vocês não está sendo desperdiçado como vocês pensam que está. Porque vocês não precisam pagar ninguém para me passar. – Comecei a me estressar. – Se parasse um pouquinho para prestar atenção na filha de vocês saberiam que ela é uma das melhores alunas daquela m*****a faculdade, senhores Barrett.Me levanto empurrando a cadeira para trás. Peguei a minha bolsa que estava na cadeira ao lado e queria ir embora dali sem olhar para trás, mas deixei a raiva me dominar. Preciso colocar aquelas palavras para fora. Olhei para eles e não deixei o sentimento de tristeza se fazer presente.– Foi nisso que vocês erraram. – Olhei para o meu pai e depois para minha mãe. Não sei se eles estão surpresos com a minha reação. – Focar tanto no trabalho, nas suas viagens que não viram que a filha de vocês cresceu e se tornou independente bem debaixo dos seus olhos.Eu trabalho de freelancer e consigo tirar um bom dinheiro com meu trabalho, talvez não suficiente para sustentar a vida que eu levo agora. Mas falta pouco para isso, infelizmente não posso entrar em detalhes com os meus pais. Será motivo para mais briga. E eu estou tão cansada disso tudo. Tenho a opção de ir embora, meus avós me deram um apartamento quando eu completei 18 anos. Mas fico aqui me frustrando com eles na esperança das coisas melhorarem.[…]Desço do carro fechando a porta do mesmo e me viro olhando para o grande prédio a minha frente. Ouço o carro ganhando vida e indo embora, segurando a alça da minha bolsa de lado, suspirei. Mais um dia nesse campus. É muito ruim pensar que só faltam alguns meses e poderei dar adeus para esse lugar?Bem, eu acho muito legal.Acredito que para alguns nem tanto já que perderam seus privilégios como a Perry Willis Nesse exato momento resolveu parar na minha frente impedindo de continuar a andar até a minha sala. Ah, como ficarei feliz de me livrar dela. Essa é com certeza um dos motivos para eu querer que essa faculdade termine logo.Perry me olha de cima a baixo aquele olhar superior que aturei durante esses anos.– Oi, Layla. – Perry sorri para mim.Ergui uma sobrancelha.– Oi.– Não me olha assim, querida. – Ela se aproxima de mim e dar dois beijinhos em meu rosto.Me afastei de imediato.– Você voltou a usar drogas?!– Layla! – Ela olhou nervosa para os lados. – Eu não sei de onde você tirou isso.Perry organizava a maioria das festas do campus e ouvir boatos sobre ela liberar drogas nessas festas. Quantos desses que nunca chegaram ao nosso superior ou como sempre seu tio a protegeu. Não me importo com isso, mas Perry está agindo bem estranha comigo nesse exato momento. Ela olhou por cima do meu ombro e sorriu, ao fazer um aceno de cabeça olhei na mesma direção vendo um grupo de engravatados passeando pelo campus.– Ah, agora eu entendi. – Ajeitei a minha bolsa no meu ombro. – Está tentando impressionar aqueles engravatados.– Eu não estou…– Está bancando a sobrinha perfeita do diretor ou está querendo alguma vaga na empresa de um deles? – Inclinei o meu corpo para frente fingindo que vou contar um segredo. – Continua fingindo ser boazinha desse jeito e vão acabar acreditando.Ela faz um estalo com a língua e cruza os seus braços dando aquele sorriso superior. – Para sua informação, eu já sou uma opção para eles, Layla. – Perry me olhou de cima a baixo. – Não preciso fingir. Já você… – Ela deixa a frase no ar.Suspiro de um jeito dramático.– Se for comprar as notas… – Deixei a frase no ar.Perry me olhou irritada e eu sorri.– Dormir com os professores é fácil, querida.Meu sorriso sumiu.– Perry para com essa besteira.Da última vez que a gente acabou brigando feio, ela veio com essa fofoca e agradeço a Deus por todos os professores negarem o que ela disse. Porque todos os alunos acreditaram, eu não vi ninguém discordar da Perry. Não me importo com o que eles pensam, mas ensino-a que eu estou dormindo com os professores para ter uma boa nota é pesado demais.Perry dá de ombros e dá um sorriso debochado.– Cuidado, posso tornar os seus últimos meses aqui um inferno. – Ela piscou para mim e passou esbarrando em um ombro.Olhei para ela.– Piranha. – Sussurrei.Lidei com as primeiras malas do dia, nem um pouco animada, mas sempre atenta e anotando tudo. Tenho costume de revisar em casa e não quero ficar perdida em nenhum momento. Tento não me distrair com as conversas aleatórias dos outros alunos. A primeira aula foi sobre Economia e Mercado, o professor falou mais sobre comunicação.– Para trazer para prática, o diretor Edmon Willis convidou algumas pessoas de grande sucesso para palestrar. Um desses é o CEO da empresa MecHa, Daniel Hart. – O professor informou. Ouvi os suspirou de umas garotas. – Não percam e anotem o máximo possível, vão precisar lá na frente. Estão tendo uma grande chance. Aproveitem!– Queria aproveitar e ir para cama dele. – Uma das meninas falou e as outras riram.Revirei os olhos. O professor finalizou a aula, arrumei minhas coisas pronta para ir embora.Tenho um péssimo costume de sair após todos saírem. Gosto de silêncio e arrumar minhas coisas com calma. Normalmente saio sem ter dor de cabeça, mas é claro que Ethen não estava muito longe daqui.– Olha, quem eu encontro por aqui.Solto minha bolsa em cima da mesa e olho para ele. – Deve ser por que temos as mesmas aulas? – Ser cínica não é o meu forte, mas às vezes é preciso.Ethen está escorado no batente da porta e com os braços cruzados, seus músculos se contraindo contra a camisa. Hoje seu cabelo está com seu cabelo em um coque samurai, seu é raspado nos lados. Aquele sorrisinho sacana em seu rosto que parece nunca sair dali. Ethen é um homem bonito, chama atenção infelizmente, mas com toda certeza é aquele tipo de homem que você deve ficar longe. Pode acabar causando problemas. E nesse caso o meu problema seria Perry.– É, eu precisei faltar essa aula. – Ethen me olha de cima a baixo. Ele está estranho. Peguei a minha bolsa e terminei de arrumar as minhas coisas.– Não vai perguntar o porquê?– Não, eu não quero saber.Coloquei a minha bolsa no meu ombro e fui em direção à porta. Ethen me impedir de passar, superei e mantive a minha calma.– Por que você é tão na sua? Poderíamos ter sido um grande amigos…– Talvez se você não fosse um cachorrinho da Perry. – Falei interrompendo e tentei novamente passar, Ethen deu um passo na mesma direção que eu me impedindo novamente. – Ethen!– Eu só quero conversar.– Já parou para pensar que eu não quero?– Não quer ou a sua raiva pela Perry nos impede de ser amigos? – Ele ergueu uma sobrancelha. – Você só me odeia por causa dela.– Por que você quer ser meu amigo nessa altura do campeonato? – Me irritei. – Eu não odeio você por causa da Perry e sim porque você foi um dos amigos dela que ajudou naquela fofoca…– Foi uma brincadeira…– Uma brincadeira de muito mau gosto, Ethen. Eu que fui mal vista pelo corpo docente, enquanto vocês ficam rindo pelos cantos.Ele abaixou a cabeça, parecia envergonhado. Quando voltar a me olhar estava sério.– Desculpa. – Pediu.Ficamos em silêncio por alguns segundos e eu estreito os olhos em sua direção. Primeiro era a Perry toda estranha quando eu cheguei e logo descobri o motivo, mas agora o Ethen? Ele me dá um sorriso de canto e sai sem esperar uma resposta minha.O que está acontecendo?!Eles ficaram juntos, casaram pra todo mundo ver e Camila tomou no cu.Beijo no coração e até a próxima.[...]Gostaram da vingança da Luna?Eu gostei. ❤Então, quero falar algumas coisas antes de dizer até logo.1° — Sim, o capítulo um é bem hot. Quem não pensou que a história era sobre o Aaron e a Camila levanta o dedo.2° — Quem é tia Karen?3° — Que porra de bulliyng é esse que fez vocês deixarem 60 comentários no capítulo 15 rindo da streapse do Aaron?! Ficou bem original! (wattpad)4° — Joseph sumiu porque a outra mulher do pai dele mandou ele pra um internato quando o velho tava doente. Depois ele reapareceu.5° — Justin não foi atrás da Luna porque ele tava na mira da máfia. Senão teria sido morto.6° — No fim do capítulo final parte 2 eu pensei num final alternativo onde quando a Luna beijava o Aaron no palco ele acordava de um sonho depois de uma noite de sofrimento por causa da morte da Luna. Que maldade!7° — Não tem continuação.8° — Vocês já me seguem? Me siga! Meu instag
Camila acordou com uma terrível dor de cabeça e muito frio. Estava escuro, muito escuro. Mas tinha uma vela e dois palitos de fósforo perto dela. Quando ela sentiu eles, logo sentou-se pra ascender a vela. Conseguiu de primeira. Sua sorte. Se enrolou no cobertor e olhou ao seu redor.Ela agora viu que estava numa casa velha, deitada no chão. Seu corpo ainda estava nu. Pois os comparsas de "Alice" a pegaram na boate, enquanto ela assistia a apresentação.Era a mesma casa velha que ela tinha mandando deixar a Luna."Filha da puta!" — ela pensou com raiva. Então era verdade, Luna tinha sobrevivido. Isso não estava nos planos da Camila.Ela então viu um embrulho amadeirado no chão. E o pegou. Ao abrir tirou algumas folhas escritas. Ela encostou a vela próximo aos papéis e começou a ler. Sorte que as letras eram grandes pra aquela escuridão.Querida Camila,Sim, sou eu, Luna. Aquela mesma que você deixou pra morrer num casebre no meio da neve. Aliás, você está nesse mesmo lugar agora.Que
AaronSentamos numas cadeiras um pouco distante. Mas tem o corredor livre pra caminhar. Tô animado. O Peter veio. Ele é tão certinho. Quero ver sua cara.— Pronto pro show? — pergunto a ele.— Tão pronto quanto você, Aaron. — ele disse confiante e eu ri.— Oi, Aaron. — Camila toca meu ombro. — Vou ficar aqui atrás, pra quando você encher o saco dessas danças amadoras vir comigo ver uma profissional. — cochichou em meu ouvido.Uma puta como sempre.— ATENÇÃO, AGORA O SHOW VAI COMEÇAR COM A NOSSA NOVA STRIPPER: ALICE.Nova?! Olha, a equipe tá crescendo.— Alice é nome de mulher quietinha que tem um vulcão no entre pernas. — cochicho pro Peter.— Você não vale nada, Aaron. — ri.As luzes se apagaram, e a luz da parede branca ligou. Tem alguém atrás dela. Mas não dá pra admirar suas curvas, ela deve estar com algum roupão por cima.Uma batida começa. Ela se mexe e derruba o roupão.Puta merda! Que silhueta gostosa!— Me desculpe se eu pareço desinteressadaOu eu não estou escutando 'ou eu
Aviso de extrema hiper mega super importância:Nesse capítulo você tem que ouvir Dangerous Woman.No próximo capítulo vocês tem que dar o play na música Here. . Se você não ouvir, não vai sentir o que eu senti e não vai pirar como pirei.Aproveitem suas safadas!!!![...]Luna— Alô?— Alô. Quem fala?— Alice. Lembra? Aquela que se perdeu no meio da neve.— Humm. Sim. Já fiz o que você pediu viu.— Tirou tudo?— Sim.— Reforçou tudo?— Sim. Tudo reforçado.— Ótimo. Você pega a encomenda naquele lugar combinado. Obrigada.— De nada, querida.— Tchau. — sorrio e desligo.Entro na confeitaria com meus óculos no rosto e um boné. Se lembram do meu rosto dos jornais não vão me reconhecer.— Bom dia. Vocês tem papel de arroz?— Sim. Temos. Quantas folhas?— Quero 3.— Nossa! O que vai fazer com três folhas de arroz? — pergunta sorrindo.Enxerida.— Tô aprendendo a confeitar. E é o aniversário do meu irmão. Então não quero fazer feio.— Só precisa manter numa temperatura boa. E lembre-se que d





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