170. Livre para amar.
Kevin
Quando cheguei ao estacionamento, a luz suave do sol batendo na lataria do carro parecia me dar boas-vindas. Liguei o motor e dirigi sem pressa, com a janela levemente aberta para sentir o ar fresco do fim de manhã. Não havia dúvida de para onde eu queria ir: Hanna.
Peguei o telefone no banco do passageiro e enviei uma mensagem rápida.
“Preciso te ver. Estou indo para sua casa.”
A resposta dela veio quase instantaneamente.
“Está tudo bem?”
“Tudo ótimo. Tenho novidades.”
Assim que cheguei,