Lucca ficou em pé de uma vez, tentando encontrar naquele pequeno resquício de visão, algo que dissesse onde estava a namorada.
— IVE?!
Muralha tentou segurar o filho.
O soco o fez cair com a mão no rosto. Nem sequer foi um golpe real, mas a força de Lucca compensou e o fato de o senhor não esperar aquilo do filho, acabou fechando o combo perfeito para um hematoma gigantesco.
Quando ficou em pé outras três enfermeiras já estavam no chão.
A confusão foi armada.
Pessoas gritando sem motivo, mesas viradas, médicos se escondendo...
Lucca tinha certeza de que estava ouvindo a voz de Ive chamando por ele.
Seguiu o som, não podia deixar a namorada sozinha.
Tateou as paredes, portas frias de metal e borracha, vidros que para ele eram só mais uma textura gelada.
— IVE!
Gritava por ela achando que se Ive respondesse a encontraria mais fácil.
Esbarrou em uma moça da faxina.
Segurou o rosto da senhora entre as mãos, tudo era diferente, só a altura batia. Apesar disso, era o mais próximo de ajuda q