O quarto pareceu se reduzir ao som da água batendo no azulejo, escorrendo pelo corpo dela, Lucca imaginou as mãos de Ive ensaboando os braços, o pescoço, tudo nela era bonito.
Mesmo sem ver ele sabia que era.
A mão dele desceu, colocou o membro firme para fora do tecido que já não conseguia segurar o tamanho.
Fechou os olhos, mas a escuridão já não era vazia, estava preenchida por ela, por uma imagem que ele construiu da menina. Uma Ive que era só dele, que existia em sua mente e que o corpo