O quarto pareceu se reduzir ao som da água batendo no azulejo, escorrendo pelo corpo dela, Lucca imaginou as mãos de Ive ensaboando os braços, o pescoço, tudo nela era bonito.
Mesmo sem ver ele sabia que era.
A mão dele desceu, colocou o membro firme para fora do tecido que já não conseguia segurar o tamanho.
Fechou os olhos, mas a escuridão já não era vazia, estava preenchida por ela, por uma imagem que ele construiu da menina. Uma Ive que era só dele, que existia em sua mente e que o corpo desejava possuir.
Moveu a mão devagar, como achava que deveria ser quando entrasse nela outra vez.
Foi o que imaginou, lembrou do gemido abafado de Ive a primeira vez em que fizeram amor, das unhas cravadas em seu ombro.
Agora ele sabia que ela estava controlando a dor, mas também sabia que sua função era oferecer prazer.
Segurou na base como pretendia fazer, ficar! Não queria perder o controle de novo, queria ficar dentro dela o maior tempo possível, sentido o calor, a umidade dela que esc