Ele ficou ali por vários minutos enquanto Lara admirava os músculos das costas do marido.
Tensos e fortes.
Foi virada de bruços sem perceber quando tinha acontecido e Muralha abriu as nádegas dela e fez o mesmo movimento que estava fazendo antes.
A língua conhecia o caminho e o homem que sempre foi insaciável, agora também parecia hipnotizado.
Descia a língua para dentro dela e puxava a umidade de Lara para aquela região.
Estava perfeito, quente, molhado...
Ele colocou um dedo atrás e ficou olhando desaparecer dentro dela, os movimentos uma mistura entre empurrar e girar que fez Lara esquecer o mundo fora daquele quarto.
O segundo dedo queimou, mas ele não parou quando ela se encolheu empurrou mais e quando ela voltou a gemer, Muralha pediu.
— Fala que é minha.
— Eu sou! EU...
O marido de Lara passou o braço por baixo dela, usou a outra mão, os dedos ainda estavam enfiados fundo e ali era quente demais para ele ter coragem de tirar.
A fez ficar de quatro apoios.
Olhou para