Eduardo estava gelado, e aquela temperatura a aterrorizava profundamente.
Ela segurava a mão de Eduardo, chamando com a voz trêmula:
- Eduardo, acorde, encontrei as videiras, vou te salvar agora, você vai ficar bem. Por favor, abra os olhos e olhe para mim, Eduardo, eu te imploro, olhe para mim.
Maria chamou várias vezes, mas Eduardo não acordou.
Ela enxugava as lágrimas em pânico, sua voz engasgada cheia de determinação:
- Você não vai morrer, depois de tudo que você fez comigo, ainda não m