Ela franziu a testa com determinação.
Ela estava sozinha na casa com as crianças.
Ana dormia profundamente em seus braços, mas um dos meninos havia sumido.
Quem mais poderia estar na cozinha? Eduardo não teria vindo novamente sem fazer barulho, certo?
Enquanto ponderava isso, com cuidado afastou o braço de Ana, que descansava sobre sua barriga, e se levantou silenciosamente.
A luz da manhã inundou o quarto. Ao sair, os sons vindos da cozinha ficaram mais audíveis.
Com curiosidade crescente, ela