Ele dirigiu o olhar na direção de Ana, embora já não exibisse a fúria sombria que antes o dominava, ainda mantinha um toque de severidade.
- Saia daí, acha que pode se esconder atrás dela e sair impune? – Ele disse.
Ana segurou Maria firme pela cintura e balançou a cabeça rapidamente, ansiosa:
- Eu não quero, papai.
Eduardo respirou profundamente, era visível que fazia um esforço para controlar sua raiva.
- Não tenha medo, converse com seu papai corretamente. Você cometeu um erro ao sair corren