No trono, Van Smaill assistia, quieto, olhos de predador, um olhar que não saía de Melia. A musica ecoava por toda parte e todos pareciam nervosos esperado ela obedecer, afinal, ninguém dizia não para o rei.
Ela ficou parada no centro do piso polido, a máscara de coelho na mão. O tecido claro grudava na pele recém-perfumada, a corrente fria no tornozelo lembrava que “beleza” ali significava posse. Melia manteve o queixo erguido, mesmo com o estômago embrulhado tentando manter pelo menos um pouc