A noite havia caído sobre a Dentes de Prata como um manto pesado, silencioso demais para um território que sempre pulsara com uivos, passos e vida. Dois dias haviam se passado desde o aniversário de dezenove anos de Apprys, e pela primeira vez desde que se lembrava, o lugar parecia… assustado. Como se todos estivessem prendendo a respiração, esperando algo que ninguém ousava nomear em voz alta.
Apprys estava sentada em um dos bancos de pedra dos jardins frontais da mansão. As lâmpadas lançavam