Capítulo 11: O que vou fazer agora? - parte 1
O sol da manhã entrou timidamente pela janela empoeirada do pequeno quarto, lançando um feixe pálido sobre o colchão vazio. Melia permaneceu imóvel no chão, os dedos escorregando pelas tábuas frias de madeira enquanto seu corpo se cansava das horas de choro. A cabeça latejava, como se cada soluço martelasse contra o crânio, e o cheiro de terra úmida do túmulo recente ainda pairava em sua mente. Seu vestido simples, já amassado de tanto roçar no solo, úmido pelo suor e pelas lágrimas que derramou