Permanecia no mesmo lugar, olhando a minha avó pegando no braço do Vitor e puxando até a porta, depois abriu e colocou ele do lado de fora. Em seguida fechou na cara dele e depois veio dando uns passos pesados até a minha direção. Estava com um olhar bem enfurecido.
— Sophia, como você pode dar trela para esse safado? — exclamou, seu tom de voz era severo.
— Mas vovó… Ele não é… — falei com voz baixa e ela me cortou:
— Você não pode ser tão inocente assim! — Ela passou por mim, indo até a