Ele parou bem na minha frente, a uma distância que não era de guerra, mas também não era segura.
Seu rosto estava sério, os traços marcados por um cansaço profundo, mas os olhos… estavam lúcidos agora.
E intensos.
— O que aconteceu… — ele começou, sua voz ainda um pouco rouca. — Eu não sei o que foi. Mas não deveria ter acontecido.
Concordei com a cabeça, rápido demais, meus olhos fixos no ponto entre seus olhos, sem coragem de encará-los diretamente.
— Eu sei e você não precisa se preocupar.