Quando a Eliete apareceu na porta e anunciou que o jantar estava pronto, foi um alívio.
Pelo menos aquele silêncio carregado ia ser quebrado pelo som de talheres. Juntei as peças do quebra-cabeça rapidinho.
— Vamos, Laura. Hora de comer.
Ela pegou na minha mão e fomos para a enorme sala de jantar.
Eliete já estava colocando a travessa fumegante de lasanha no centro. Laura puxou a cadeira pesada ao lado da cabeceira, junto a cadeira de Rodrigo, e foi se sentar sua cadeirinha de criança adaptada