— Nem uma mensagem, Ana? Um telefonema sequer? — ralhou. Suspirei. Ela tem razão. Senti-me uma péssima amiga e fiquei até envergonhada.
— Me desculpe, amiga! Você tem toda razão.
—Semana que vem é o seu aniversário, Ana e eu quero estar perto de você.
— Podemos marcar um jantar em meu apartamento? — sugeri. — Afinal, eu estou te devendo, não é? — perguntei sugestiva.
— Claro que não! Eu pensei em irmos naquele barzinho. Vamos comemorar e não aceito um não como resposta, Ana Júlia Falcão. Pode