Maya
Estávamos em um momento de descanso e descontração até que alguém parado na porta, segurando uma bandeja, chamou a minha atenção. Meus olhos se encontraram com os de Gutierrez. O canto do seu lábio se ergueu em um sorriso um tanto provocativo e ele caminhou na nossa direção. Olhei para o copo de café que tinha nas mãos e respirei fundo, revirando os olhos.
— E aí, pessoal? — perguntou ele, sentando-se na cadeira vazia ao meu lado.
Novamente o seu perfume entranhou no meu nariz.
— Ainda não