O dedo mínimo da mão esquerda estava agora apoiado no chão, como se não tivesse ossos para sustentá-lo. Uma dor dilacerante irradiava de seu dedinho quebrado. Ela estava com tanta dor que sua consciência estava começando a desaparecer.
Por mais que tentasse, não conseguia lembrar quem era a pessoa que se recusou a ajudá-la, mesmo quando estava sendo enviada para o hospital. Apenas conseguia se lembrar das palavras que Joshua disse à líder das enfermeiras ontem, quando ela foi retirada da Vila d