O tempo parecia não existir naquele lugar.
Não havia relógio nas paredes, nenhuma janela grande o suficiente para que eu pudesse distinguir se ainda era dia ou se a noite já havia chegado. A única luz vinha de uma lâmpada fraca presa ao teto, que piscava de tempos em tempos e deixava o ambiente ainda mais sombrio.
Melissa permanecia encolhida em meu colo.
Desde que eu acordara naquele cativeiro, ela não havia desgrudado de mim um único segundo. Seus dedinhos seguravam a barra da minha blusa com