Passei vários minutos sentada no chão do banheiro, segurando o teste entre as mãos.
Meu coração parecia incapaz de encontrar um ritmo.
Eu ria.
Depois chorava.
Depois voltava a rir.
Era impossível explicar a mistura de emoções que tomava conta de mim.
Levei novamente a mão até a barriga.
Ainda era cedo demais.
Nosso bebê provavelmente era tão pequeno que eu sequer conseguiria imaginá-lo.
Mesmo assim...
Ele já era amado.
Profundamente amado.
Respirei fundo, enxuguei as lágrimas e me levantei.
Olh