Quando Lucas estacionou o carro em frente ao cemitério, percebi que havia algo diferente. Desde que saímos de casa, ele estava estranhamente calado. As mãos permaneciam firmes sobre o volante, mas seus dedos tamborilavam de leve, denunciando o nervosismo que ele tentava esconder.
Olhei pela janela e vi o grande portão de ferro. Meu coração apertou imediatamente.
Virei-me para ele e segurei sua mão.
— Tem certeza de que quer fazer isso hoje?
Lucas desviou o olhar para o para-brisa e soltou um su