Sem conseguir me conter, aproximo-me de Lucas. Seguro seu rosto com delicadeza entre minhas mãos, obrigando-o a me encarar. Seus olhos, tomados pelas lágrimas, fazem meu coração se apertar de um jeito doloroso.
— Você não matou sua mãe. Foi um acidente. Não tinha como você prever o que aconteceria, Lucas. — Sussurro.
— Foi um acidente causado pela minha negligência. Eu não deveria ter acelerado tanto. — Ele responde, com a voz carregada de culpa.
Ele passa as mãos pelos cabelos de forma nervosa