— Aí nossa, minha menina não para quieta. — Cattleya colocou a mão na barriga e se apoiou no balcão. — Eu só preciso de um pequeno favor. — Cattleya deu de ombros encarando Aksana e fingindo uma expressão de dor.
— Pode falar Senhorita Mozorov também estou aqui para lhe servir. — A moça a encarou preocupada com a expressão de dor que a mulher carregava no rosto. — Está doendo? Por que não senta um pouco?
— Não, está tudo bem. Quero aprender o café para meu marido, ser agradável. Mas; estou co