Raul Carrillo
Na sala de interrogatório, Ching estava sentado, algemado a uma cadeira de metal. Seu rosto estava cansado, mas ele sorria. Era um sorriso que eu odiava, um sorriso de alguém que acreditava ainda ter controle.
— Então, você finalmente decidiu se juntar a nós? — ele disse com sarcasmo, me encarando enquanto eu entrava.
Ignorei. Peguei uma cadeira e me sentei à sua frente.
— Você sabe como isso vai acabar, Ching. Está em suas mãos decidir o quão difícil vai ser.
Ele inclinou a cabeç