Mundo de ficçãoIniciar sessãoOs dias que se seguiram à nossa foda intensa na garagem foram marcados por uma eletricidade constante entre mim e Henrique. Ele estava mais contido do que nunca, forçando a sua disciplina, mas eu sabia que a muralha havia caído. Arthur, por sua vez, me ligava diariamente, exigindo atenção, planejando viagens e me lembrando do quanto eu era "dele".
Ambos, em suas diferentes funções, eram maravilhosos. Arthur era o fogo cúmplice, a cumplicidade proibida. Henrique era o gelo que derretia sob pressão, o perigo iminente. Mas a minha necessidade, o motor que me impulsionava, estava pedindo mais. Meu corpo é uma máquina que exige novidades, que se entedia com a repetição. Eu estava ainda mais desejosa de sentir prazeres diferentes. A fantasia se instalou, insistente e irresistível: sexo com dois homens. Eu não queria que essa experiência fosse com Arthur ou Henrique, pois ambos carregavam demasiada bagagem emocional e regras. Eu queria a pur






