Mundo de ficçãoIniciar sessãoHenrique nos olhou, os olhos fixos na minha testa, evitando qualquer contato visual com a área do meu corpo que ele havia fodido ontem. Ele estava tenso, mas nos seguiu sem questionar, sua presença agora um muro entre mim e Arthur. A tensão entre os dois homens, um cúmplice e um guarda, era deliciosamente palpável.
Mais tarde, o evento terminou. Eu me despedi de meus pais e fui para o carro, voltando para casa sozinha com Henrique, como planejado. A oportunidade final estava prestes a surgir. O silêncio no carro era um peso. O cheiro de Arthur ainda estava levemente em mim, e eu me deliciei com a ideia de Henrique, o homem da disciplina, dirigindo-me para casa enquanto processava a possibilidade do que acabara de acontecer. Foi Henrique quem quebrou o silêncio, a voz baixa, quase inaudível. — Eu sei que não é da minha conta, Senhorita Falcone, mas você e o Sr. Arthur… Eu so






