78. A Queda do Paraíso de Vidro
Sarah narrando:
O frio do chão da sala em Fairhaven subia pelo meu corpo, mas o verdadeiro gelo vinha da voz de Robert. Eu estava em frangalhos. Durante noventa dias, eu vivi em uma redoma de vidro, acreditando piamente que o destino tinha me concedido uma clemência impossível. Eu lavei o corpo dele, limpei suas feridas, orei por cada centímetro de sua pele machucada, achando que minha dedicação lavaria o meu pecado.
E tudo era uma armadilha. Robert assistiu ao meu arrependimento com o d