A clareira estava em silêncio, mas não era paz. Cada respiração de Alex e Luiza carregava tensão, cada batida do coração do bebê pulsava em alerta. O Mediador recém-aparecido ainda observava do horizonte, sua presença pesada e ameaçadora. Mas, antes que pudessem reagir, algo inesperado aconteceu.
Uma sombra atravessou o campo, rápida e silenciosa. Quando iluminada por um dos pulsos de energia do bebê, revelou-se… uma versão ilusória de Luiza, perfeita em cada detalhe, mas com os olhos sombrios, frios e desconhecidos.
— Luiza…? — murmurou Alex, confuso e hesitante — isso não pode ser real.
— Alex… ele… ele está tentando nos enganar — disse Luiza, sentindo um frio na espinha — mas parece… tão real.
O bebê começou a chorar, pulsando energia que oscilava entre defensiva e caótica, reagindo à presença da ilusão. Alex percebeu imediatamente: o Mediador havia criado uma armadilha emocional, capaz de explorar qualquer medo ou fraqueza da aliança.
— Alcateia! — gritou Alex, mantendo a voz firm