O salão estava carregado de tensão. Cada respiração de Luiza parecia ressoar nas paredes, misturada ao pulso intenso do rubi que agora queimava em sua mão. Alex permanecia ao lado dela, firme e protetor, como sempre, os dedos entrelaçados aos dela sobre a pedra. Lucas, por sua vez, estava parado alguns metros à frente, tentando manter a calma, mas com a postura rígida, consciente de que a farsa havia acabado.
— Então é isso — disse Lucas, a voz baixa, mas carregada de desafio. — Vocês decidiram