"Hansen!", disse eu quase num sussurro.
E foi então que finalmente ouvi a sua voz.
"Aly, meu amor, estás bem, passa-se alguma coisa? Aly responde-me, Aly?" Conseguia ouvir o pânico na sua voz, mas era demasiado tarde.
Acordei num quarto pouco iluminado, estava numa cama, lembrei-me do sangue na barriga e tentei levantar-me, tinha um penso na barriga, mas quando lhe toquei vi que era uma ferida superficial e que já tinha sarado.
A minha respiração normalizou-se, nem me apercebi que tinha parado