Saymon acordou assim que Bernardo, um dos enfermeiros responsáveis por avaliá-lo, abriu a porta.
— Está se sentindo melhor? — perguntou o rapaz, cruzando os braços acima dos peitos destacados no jaleco branco. — Espero que bem!
Saymon suspirou fundo.
— Melhor, um pouco — respondeu vazio, talvez ainda envergonhado— Minha mãe e a Claire, já foram?
— Infelizmente, sim. Mas tem um rapazinho aguardando para visitá-lo.
— Quem?
Bernardo semicerrou os olhos à procura do nome em seu tablet e não custou