Ela se aproximou, puxando a cadeira ao lado da cama, e se sentou de frente pra mim. Então, segurou minha mão com firmeza, entrelaçando seus dedos nos meus.
— Ayla, escuta. — O tom dela mudou, ficando mais sério. — Combinei com seu pai que vou para o interior com você. Vou ficar lá, cuidar de você. É o mínimo que eu posso fazer.
Minha garganta apertou. — Angel, não. Não faz isso. Você tem sua vida, seus planos… Não pode largar tudo assim.
Ela soltou um suspiro pesado, como se eu estivesse p