Era uma provocação indiscutível. Rafael, parado no degrau, olhava para o homem parado na entrada da porta, com um ar de zombaria no rosto. Por um longo tempo, ele não disse nada.
O silêncio era estranho e pesado, quase como a calmaria antes da tempestade. Eduardo sentia um impulso de se afastar, mas seus pés estavam pesados como chumbo. Sua raiva crescia contra Xavier, que, como convidado, estava sendo extremamente rude. Mesmo depois de tantos anos como mordomo, Eduardo nunca tinha visto uma pro