Acordei sentindo uma dor insuportável na mandíbula. Abri os olhos lentamente e percebi que estava sentada em um quarto completamente vazio. As paredes acinzentadas estavam cobertas por manchas de mofo e umidade.
Comecei a respirar ofegante quando percebi que minhas mãos e meus pés estavam amarrados.
Minha ficha foi caindo aos poucos conforme me lembrava de tudo o que havia acontecido na casa de Vitória.
Olhei rapidamente para o lado e a vi deitada no chão, desacordada. Ela também estava amarrad