Fechei os olhos, tentando me acalmar enquanto controlava a respiração.
— Carol! Tenta ficar de costas para mim! Talvez eu consiga desamarrar suas mãos, aí você me desamarra! — Vitória falou nervosa.
Olhei para ela e assenti.
Começamos a nos aproximar, lutando para manter o equilíbrio sem cair no chão. Quando finalmente nossas mãos se tocaram, senti um enorme alívio.
Vitória até comemorou enquanto tentava desfazer a corda que apertava meus pulsos, prendendo a circulação sanguínea e fazendo doer