A pergunta me atingiu como um soco.
Olhei para ele sem acreditar. Não respondi. Apenas terminei de abrir a porta e entrei no restaurante.
Imaginei que ele entenderia o recado.
Mas entrou atrás de mim.
— Tivemos que viajar às pressas porque Izabel e o filho dela estavam correndo perigo. Eles estavam sendo ameaçados, e precisávamos escondê-los.
Continuei caminhando até a cozinha, fingindo não escutar.
— Henrique, por favor... clientes não podem entrar aqui.
Enquanto colocava meu ave