Segurei o choro o máximo que consegui.
Não queria assustar Alice.
Assim que chegamos ao carro, coloquei-a na cadeirinha e fechei a porta com cuidado.
Entrei no banco do passageiro em silêncio.
O nó na minha garganta parecia cada vez maior.
Henrique ligou o carro, mas antes de sair olhou para mim.
Seu semblante imediatamente mudou.
— Está tudo bem?
Balancei a cabeça em negativa.
Não consegui dizer uma única palavra.
As lágrimas simplesmente começaram a cair.
Henrique desligou o carro novamente.