Quando entramos no quarto, minha avó já estava sentada no leito.
Meus tios e primos cercavam a cama, segurando sua mão e perguntando se ela estava bem.
Assim que entrei, ela ergueu os olhos.
Seu olhar encontrou o meu.
Estava carregado de mágoa e decepção.
Parei na porta.
Meu rosto queimava de vergonha.
Minhas mãos estavam dormentes de tanto nervosismo.
Ela continuava me encarando em silêncio.
Todos perceberam.
Meu tio franziu a testa e voltou-se para mim.
— O que aconteceu, Carol? Por que minha