ORION DOMINUS.
O perdão não foi dado — apenas adiado.
Nunca mais quero sentir o terror paralisante de segurá-la desacordada, incerta se ainda respirava.
Nunca mais quero gritar desesperadamente por médicos enquanto seu sangue escorria entre meus dedos impotentes.
— Você está tremendo — observo baixo, notando como seus ombros estremecem levemente.
Ela não responde, apenas continua encarando a água como se ali encontrasse algum tipo de hipnose protetora.
Sem pensar nas consequências, tiro