HANA
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Eu mal conseguia respirar. O cheiro de mofo e sujeira do casebre me enjoava, misturado ao suor frio que deslizava pela minha pele.
Aquele homem estava ali, cada passo dele ecoando no chão de madeira como um prenúncio de terror.
— Agora você é só minha, Hana. Sua voz era baixa e arrastada, carregada de uma malícia que me fazia querer gritar até perder a voz.
O olhar dele era de pura satisfação doentia enquanto seus dedos puxavam a gola da minha blusa, a rasgando, com um som seco