JONH
*
Acordei com uma sensação estranha, como se algo estivesse fora do lugar.
Minha mente estava lenta, como se ainda estivesse presa em um nevoeiro de cansaço.
O toque insistente na porta me trouxe de volta à realidade, e a voz grave de um dos seguranças ecoou do outro lado.
Eu me levantei num pulo, ainda atordoado, olhando ao redor.
A cama ao meu lado estava vazia. Hana não estava lá. O pânico começou a se formar no fundo do meu peito enquanto eu abria a porta.
— O que aconteceu?
Pergun