─ Eu sou mesmo um filho da puta de sorte.
Eu estou na varanda olhando as luzes de Manhattan quando ouço a voz de Jake. Eu me viro para o encontrar segurando um buquê de rosas cor de rosa e brancas.
– Sim. Você é. Mas eu tenho ainda mais sorte do que você. – Ele me entrega as rosas e eu fecho os olhos e sinto o aroma inconfundível – Obrigada, marido. São lindas e você é tão romântico.
Ele segura meu rosto entre as mãos e está tão perto dos meus lábios – Esposa – ele sussurra – Eu a amo muito.
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