Ele me olha como se eu fosse um problema mecânico difícil, e não a herdeira de um império.
— E qual o nome dele? — meu pai questiona.
A pergunta me pega de surpresa. Eu engulo em seco. Não posso deixá-los ligarem o mecânico ao homem que eu pretendo levar como acompanhante no casamento. Isso pareceria loucura total, algo desesperado demais.
Meu pai nunca poderia saber que o homem que pretendo fazer a proposta de ser meu "namorado" para o evento do ano é o mesmo homem que está com as mãos enfiadas no motor do carro da vovó.
— Esqueci de perguntar o nome — minto na cara dura. — Mas is