– Eu não disse que não queria – confessa ficando rubra.
–– Então. – Roço nossas bocas e outra vez não tenho resposta. A solto com brutalidade. – Está brincando comigo, porra!
–– Não – responde tímida.
–– Estava com quem? – Seguro seu queixo, pressionando, ela desfere um tapa na minha mão e eu a solto. – Quem era o filho da puta que estava no meio das suas pernas? – pergunto dando de leve um tapinha em cima da sua caixinha saborosa.
–– Como pode pensar isso? – pergunta indignada.
Dou um sorriso