Capítulo 152
Ele investiu contra mim outra vez. Eu sabia que precisava desarmá-lo se quisesse retornar a Karim. Já havia dormido tempo demais na caverna de MOLART. O sol, suspenso no zênite, logo despencaria sobre o oceano, e eu precisava alcançar meu companheiro antes que ele se escondesse no horizonte. Quando o gigante ergueu a arma novamente, em vez de me abaixar, escorreguei para o lado, fazendo com que a lâmina se enterrasse no solo lamacento. Não hesitei: chutei-lhe a mão, enfraquecendo o aperto. Agora