Camille
O meu rosto estava começando a doer.
Meus lábios pareciam presos em uma posição ensaiada, uma máscara de cortesia que estava usando enquanto tentava me manter envolvida nas conversas que pareciam não ter fim. Cada palavra parecia flutuar no ar, desprovida de sentido.
As risadas exageradas, as histórias entediantes e a incessante movimentação dos garçons com bandejas impecáveis apenas reforçavam o quanto eu não pertencia ali.
Javier, por outro lado, parecia completamente em casa. Ele e