Camille
Uma BMW estava parada diante de mim, reluzindo sob o sol. Eu segurava as chaves com firmeza, como se fossem a única coisa que me conectava ao momento. Javier realmente permitira que eu saísse de casa, sem seguranças, sem motorista, sem ninguém me seguindo.
Apenas eu e o mundo lá fora. Era surreal.
Tinha me acostumado tanto à rotina sufocante dentro da propriedade, às ordens silenciosas e à constante vigilância, que a ideia de estar sozinha parecia um sonho distante. Ou talvez um pesade