Capítulo 11

Verônica

Acordei com uma dor latejante na cabeça, como se um martelo estivesse batendo repetidamente contra uma bigorna dentro do meu crânio. Tentei abrir os olhos, mas a luz do sol que entrava pela janela era tão forte que parecia que alguém estava me esfaqueando nos olhos.

— Finalmente acordou, hein?!

A voz vinha de muito perto. Eu sabia quem era antes mesmo de abrir os olhos. Era a única pessoa que poderia ter aquela voz suave e sarcástica ao mesmo tempo. Minha prima.

Forcei-me a abrir os o
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