Thorne
“Podemos conversar?” Darius questiona, sério, a voz dele cortando o silêncio do cômodo como uma rajada fria, o coração acelerado com uma apreensão que faz meus músculos se tensionarem.
Estou em meu escritório e encaro Darius com frieza, os olhos fixos nos dele. As coisas entre nós só pioraram desde a nossa última discussão, uma rachadura que se alarga a cada dia. Ele tem faltado ao trabalho e quase não o vejo, a ausência dele me deixando com uma irritação latente que ferve sob a superfíc